Modelar a Metrópole

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O LaGPEU esteve presente em evento promovido pela Câmara Metropolitana de Integração Governamental, que intermedia a institucionalização do Conselho do Plano Metropolitano, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

O evento, realizado no dia 24 de maio de 2016, no Salão de Vidro Anexo do Palácio Guanabara,  tinha por finalidade colher subsídios para a elaboração do primeiro Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – Modelar a Metrópole, em consonância com o que estabelece o Estatuto das Metrópoles.

A  coordenadora do laboratório, a Professora Cláudia Pfeiffer, participou de Grupo de Trabalho composto por integrantes de Universidades Públicas do Rio de Janeiro, formado com os objetivos de: construir uma visão de futuro para a métropole do Rio de Janeiro, em 2040; e propor ações para alcançá-la.

Solicitada a pensar sobre o que seria indispensável na metrópole de 2040, respondeu: jovens capazes de pensar criticamente; cidadãos se sentindo interdependentes; existência de comunidades cívicas; todas as pessoas com condições de definir e tentar levar o tipo de vida que valorizam; justiça social; respeito às diferenças; diversidade valorizada em suas potencialidades; oportunidades iguais para todos. 

E você? O que deseja para a métropole do Rio de Janeiro em 2040?

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Conforto ambiental nas favelas

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As favelas são ambientes com altas taxas de densidade demográfica. Essa condição junto com o baixo poder econômico são fatores que interferem bastante na qualidade do conforto ambiental em residências e no espaço urbano.
Em muitos casos a solução proposta é a realocação das famílias para áreas por vezes afastada de seus convívios, o que não oferece uma alternativa positiva sob o ponto de vista social.

Porém esse assunto já vem sendo repensado por alguns profissionais, como o arquiteto Eduardo Pimentel Pizarro, que desenvolveu uma pesquisa que aborda alternativas para trazer conforto ambiental aos moradores de áreas com aglomerados subnormais, sem que haja realocações desnecessárias e até mesmo mais caras. Para tanto, foi feito um estudo de caso na favela de Paraisópolis (Zona Sul de São Paulo).

Algumas dessas alternativas foram publicadas em um jornal que circula em Paraisópolis com um texto de “12 passos” para moradores implementarem na prática as melhorias que precisam para adequação do conforto ambiental na prática. Muitas baseadas em ações simples e com materiais já bastante utilizados na região, tais como o bloco cerâmico vazado, tijolo maciço e blocos de concreto. Segundo Pizarro, a disposição desses elementos em uma nova ordenação pode inclusive dar novos usos e dinâmica ao espaço externo, incentivando mais atividades externas. O arquiteto ainda pretende elaborar uma cartilha com mais informações para os moradores.

Forma de assentamento de blocos ou tijolos proporcionam conforto ambiental e diferentes usos externos:
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Foto: Eduardo Pimentel Pizarro

Pizarro ainda propõe  como estratégias mais complexas para melhoria do conforto como a abertura de vãos livres entre os pavimentos de alguns prédios., o que levaria iluminação e ventilação natural a mais casas situadas no meio dos aglomerados, além de evitar o deslocamento das pessoas para prédios ou casas em outra localidade.

Esquema de vãos livres proposto:20160516_03_pb
Foto: Eduardo Pimentel Pizarro

A pesquisa “Interstícios e interfaces urbanos como oportunidades latentes: o caso da Favela de Paraisópolis “, realizada em programa de mestrado na modalidade sanduíche pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e pela Architectural Association Graduate School, (Londres, Inglaterra). Contou com esquemas gráficos, visitas à comunidade e medições in loco da temperatura para que fosse possível desenvolver as estratégias de atuação. O trabalho já foi, inclusive, premiado recentemente com a primeira colocação no prêmio LafargeHolcim Forum Student Poster Competition, em Detroit, Estados Unidos, pela LafargeHolcim Foundation, empresa da área de cimentos com sede na Suíça.

Fonte: Jornal USP (http://jornal.usp.br/ciencias/arquiteto-desenvolve-estrategias-para-levar-maior-conforto-ambiental-a-favelas/)

 

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“Florestas de Bolso”

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E se você pudesse recriar uma parte da Mata Atlântica na sua cidade e assim melhorar a qualidade do ar e o clima?!
O ambientalista Ricardo Cardim acreditou que é possível e desde 2009 promove, com voluntários e mutirões, a legalização de áreas de preservação e o resgate de áreas verdes através do plantio de espécies nativas em pontos da cidade com a ação “Árvores de São Paulo”.
A ação já conta com áreas de preservação que somam mais de 30.000m² de mata em meio à cidade, reduzindo a poluição, minimizando a poluição sonora e as ilhas de calor, resgatando animais da fauna, além de promover educação/conscientização ambiental.

Avenida Pras Leme, Zona Norte de São Paulo, após processo de arborização feito por cidadãos e empresas parceiras:Foto: https://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/fotos-arvores-e-florestas/

Quer participar? O próximo evento do “Árvores de São Paulo” acontecerá no dia  15/05, as 9h na praça do Obelisco (Parque Ibirapuera), São Paulo. Não é preciso se inscrever previamente e podem participar pessoas de qualquer idade!

Local onde será realizado o plantio:local do plantio floresta de bolsoFoto: https://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/

Para saber mais sobre a as “florestas de bolso” e a ação “Árvores de São Paulo” acesse: https://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/

Fonte: arvoresdesaopaulo.wordpress.com

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